Por nenhum motivo aparente, a marcha imperial tocada pela Beloit Janesville Symphony Orchestra em fevereiro de 2007. Algo me diz que a Marcha Imperial ainda será lembrada séculos depois que as últimas cópias de Star Wars forem perdidas. [via RicBit]

A Bond Girl do novo filme A Quantum of Solace, Gemma Arterton, é uma mutante: nasceu com polidactilia, mais precisamente, com seis dedos em cada mão. Não apenas isto, esta aberração da natureza revelou que a condição é bem comum em sua família.
“Meu pai os tem, assim como meu avô”. Arterton também contou seus planos malignos de dominação mundial: “Sinto que estamos um passo à frente”.
A sério, seus dedos extras eram da forma mais comum, apêndices macios sem osso ao lado do dedo mindinho. Ainda bebê, os médicos os ataram e com o tempo eles caíram sozinhos, deixando somente pequenas cicatrizes.
A polidactilia da Agente Fields de 007 vem sendo comentada na mídia, e suas declarações são bem saudadas por médicos. “É minha pequena coisa estranha, de que sou mesmo orgulhosa. Torna-me diferente”.
Curiosamente, ela também teria nascido com orelhas enrugadas que foram corrigidas com mais cirurgia. “Eu nasci com um monte de deformidades”, disse.
Arrã. [via Zapato]
O astronauta Donald Pettit passou cinco meses e meio na Estação Espacial Internacional em 2003, de onde capturou imagens de auroras boreais… e, não contente, as compilou em um vídeo simplesmente estupendo que você confere acima.
É o mesmo Pettit que conduziu a série “Ciência de Sábado de Manhã”, com inúmeros vídeos simples exibindo os efeitos da micro-g no que ele chama apenas de “Estação”. [via Nerdcore]
Antes de ser uma série animada, Futurama foi uma exibição na Feira Mundial de Nova Iorque de 1939 apresentando uma grande visão Malufista do distante mundo futuro de 1960, repleto de rodovias expressas cruzando todo o continente, com vastas pontes, viadutos e túneis.
O sistema de highways americano se concretizou, mas não tão extravagante quanto os sonhos dourados. Pelo menos não nos EUA, porque no Japão, há um discreto mas fenomenal prédio atravessado por uma rodovia expressa:
É o Gate Tower Bulding, ou “Bee Hive” (Colméia), em Osaka. Construído em 1992 e atravessado pela rodovia expressa Hanshin, é um prédio de escritórios. Atravessado por uma rodovia expressa.
O guia de andares é uma visão do futuro de carros voadores e jetpacks silenciosamente estampado à sua frente:
“Andares 5~7: Rodovia Expressa Hanshin”
Na foto abaixo pode-se ver que a estrutura da rodovia é independente da do prédio, que abre um buraco através de três andares.
[via Englishman in Osaka]
Quase despercebido na imagem que lembra o “Olho de Sauron”, onde a elipse é poeira cósmica, está um pálido ponto vermelho um pouco mais brilhante. É Formalhaut b, um planeta orbitando a estrela de Formalhaut, a 250 trilhões de quilômetros da Terra.
A imagem obtida através do telescópio espacial Hubble é um dos primeiros registros diretos confirmados de um planeta fora do sistema solar – um exoplaneta – orbitando uma estrela brilhante parecida com a nossa. E não é a única notícia astronômica sensacional da semana, ou melhor, do dia.
Isto porque os outros primeiros registros foram publicados também na mesma edição da revista Science de ontem, onde astrônomos apresentam outra descoberta que pode ser resumida em mais uma imagem fantástica:
São mais três exoplanetas, aqui em órbita da estrela HR 8799. Isso mesmo, uma família de planetas em órbita, em outra imagem direta, óptica. Caso tivéssemos olhos suficientemente poderosos – com alguns metros de tamanho, quiçá – e aplicássemos mais alguns macetes, como nosso cérebro processar a informação visual com técnicas sofisticadas, bem, poderíamos ver tais planetas a olho nu. Um olho nu gigantesco.
“O último planeta gigante diretamente visual visto por comprimentos de ondas foi Netuno, em 1846”, conta o cientista Paul Kalas ao G1. “A detecção ótica é como um prêmio porque ela é parte do espectro onde nós esperemos ver refletida luz de planetas maduros capazes de suportar vida", explica.
Planetas extrasolares vêm sendo detectados indiretamente há duas décadas (contam-se já mais de 300 detectados), e recentemente, imagens diretas já vinham sendo obtidas. Todas elas foram, contudo, de planetas orbitando estrelas de brilho tênue como anãs marrons. No fim de setembro, a primeira imagem óptica de um planeta obritando uma estrela brilhante como a nossa foi anunciada, mas o achado ainda precisa ser confirmado.
Estas novas imagens são as primeiras já confirmadas. “São história”, atesta o astrônomo Phil Plait, o Bad Astronomer, que já trabalhou com dados do Hubble em pesquisas desta natureza. Não posso deixar de traduzir suas palavras:
“Não há nada como uma imagem. Aí, com seus próprios olhos, você pode ver por si mesmo que outros planetas existem. Não são como a Terra, nem um pouco… são planetas gigantes, jovens e quentes que são provavelmente em sua maior parte gasosos e completamente inóspitos. Mas lá estão eles.
Em alguns anos, teremos mais imagens como essas. E ficaremos melhores nisto. Nossos telescópios ficarão maiores, nosso equipamento mais sensível, nossas ténicas aperfeiçoadas enquanto entendemos suas capacidades. E as imagens de outros planetas virão.
Quanto tempo antes de que vejamos o Santo Graal, a primeira imagem de um planeta terrestre, obritando uma estrela como o Sol na distância certa para água líquida banhar sua superfície? Pode levar mais uma década ou duas, mas anote minhas palavras: esse dia vai chegar. E quando chegar, bem, teremos que reescrever os livros de história de novo, não?”
Mais sobre a notícia histórica em português:
- G1: Cientistas ‘fotografam’ exoplanetas orbitando uma estrela pela primeira vez;
- Estadão: Descobertos mais quatro planetas fora do Sistema Solar;
- NASA (em inglês): Hubble Directly Observes a Planet Orbiting Another Star;
- Google News: Formalhaut.
Dinossauros movidos a vapor atacados por dentes de sabre metálicos rumo a robôs humanóides desengonçados que se transformam em fembots que falam alemão?
É o empolgante comercial da Saturn germânica, com o slogan “A evolução foi difícil, mas agora está aqui”. Assista e baixe a versão de alta resolução aqui.
Obras da fotógrafa inglesa Zena Holloway, especializada na beleza de imagens subaquáticas. Clique para conferir seu website (com alguns nus realmente artísticos, mas não seguros para o trabalho).
Clipe bacana com flipbooks. Você também pode criar o seu.
Quando você escuta as palavras “exoesqueleto robótico” pensa em algo estiloso como isto, ou isto? Bem, o “dipositivo de ajuda para caminhar” acima, desenvolvido pela Honda, está um pouco mais próximo da realidade, ainda que seja menos atraente.
Diferente de outros protótipos, este que ainda é efetivamente um exoesqueleto capaz de estender e complementar nossas capacidades físicas não precisa ser amarrado ao corpo: basta calçar os sapatos e ajustar o assento.
O dispositivo pesa 6,5 Kg, possui dois motores e funciona por duas horas ajudando a sustentar o peso do corpo de forma natural.
Ainda que nada atraente. Neste ponto, lembra o Segway – um fascinante produto da tecnologia aplicada com certa utilidade, mas que ainda precisa de mais um tanto da marketing para ser bem visto fora do círculo daqueles que se empolgam com algo apenas porque é um fascinante produto da tecnologia aplicada.
Pelo menos não é o IT do Mr. Garrison.

Truck Bearing Kibble: quase tão bom quanto Perry Bible Fellowship.



