<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comments on: O Gyrobus</title>
	<atom:link href="http://100nexos.com/arquivo/329/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://100nexos.com/arquivo/329</link>
	<description>Ciência e idéias</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 15:55:41 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6</generator>
		<item>
		<title>By: Doko</title>
		<link>http://100nexos.com/arquivo/329#comment-595</link>
		<dc:creator>Doko</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 18:36:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://100nexos.com/arquivo/329#comment-595</guid>
		<description>Flywheels são uma velha novidade. Aparentemente interessantes,na prática elas (ou seriam eles?) tem problemas de mancalização muito sérios para aplicações em larga escala.

Uma aplicação clássica das Fly´s são satélites (existem dezenas de satélites equipados com Fly de armazenamento energético no espaço hoje em dia). Comparadas com baterias convencionais elas tem muitos ganhos, principalemte em termos de vida útil e ausência de manutenção (um satélite normal carrega as baterias quando está de frente para o sol e usa a energia acumulada quando está na sombra atrás da Terra, ciclo que se repete na maioria dos satélites várias vezes por dia. Nenhuma bateria convencional aguenta isso por dez anos, vida típica de satélite).

Mas em um carro chacoalhando numa picada asfaltada (que aqui chamam via pública) o papo é bem outro... Haja mancal para aguentar. Mancais magnéticos convencionais tem sua performance limitada pelos materiais magnéticos convencionais e tem pouco para evoluir. Mancal supercondutor é sonho que só vai se realizar caso haja uma revolução na área de supercondutores que os traga para temperaturas decentes. Criogenia em automóvel nem pensar...

Sinceramente acho que as superbaterias baseadas em nanotecnologia vão ser uma alternativa melhor e mais barata. Mas é só um achismo.

Outro aspecto digno de nota é que existe um monte de gente estudando esse negócio e tentando encontrar "investidores" para se juntar a eles. Ou seja, é a indústria de vender promessas, não de vender produtos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Flywheels são uma velha novidade. Aparentemente interessantes,na prática elas (ou seriam eles?) tem problemas de mancalização muito sérios para aplicações em larga escala.</p>
<p>Uma aplicação clássica das Fly´s são satélites (existem dezenas de satélites equipados com Fly de armazenamento energético no espaço hoje em dia). Comparadas com baterias convencionais elas tem muitos ganhos, principalemte em termos de vida útil e ausência de manutenção (um satélite normal carrega as baterias quando está de frente para o sol e usa a energia acumulada quando está na sombra atrás da Terra, ciclo que se repete na maioria dos satélites várias vezes por dia. Nenhuma bateria convencional aguenta isso por dez anos, vida típica de satélite).</p>
<p>Mas em um carro chacoalhando numa picada asfaltada (que aqui chamam via pública) o papo é bem outro&#8230; Haja mancal para aguentar. Mancais magnéticos convencionais tem sua performance limitada pelos materiais magnéticos convencionais e tem pouco para evoluir. Mancal supercondutor é sonho que só vai se realizar caso haja uma revolução na área de supercondutores que os traga para temperaturas decentes. Criogenia em automóvel nem pensar&#8230;</p>
<p>Sinceramente acho que as superbaterias baseadas em nanotecnologia vão ser uma alternativa melhor e mais barata. Mas é só um achismo.</p>
<p>Outro aspecto digno de nota é que existe um monte de gente estudando esse negócio e tentando encontrar &#8220;investidores&#8221; para se juntar a eles. Ou seja, é a indústria de vender promessas, não de vender produtos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
